terça-feira, 9 de maio de 2017

Festival das Sopas em Proença-a-Velha

A aldeia de Proença-a-Velha, no concelho de Idanha-a-Nova, volta a receber o maior Festival das Sopas Tradicionais do país. A XV edição do evento é já no fim de semana de 13 e 14 de Maio e promete ultrapassar, mais uma vez, a centena de sopas a concurso. A prova das sopas está marcada para domingo, a partir das 13h00. Concorrem restaurantes e talentos de toda a região e caberá aos visitantes votar nas sopas mais saborosas.
Antes, no sábado, o XV Festival das Sopas Tradicionais é antecedido pelo Encontro de Acordeonistas e Tocadores de Concertina. São 11 grupos a subir ao palco numa tarde em cheio. As atuações incluem ainda um espetáculo de cantares ao desafio e desgarradas minhotas, com os melhores artistas de Portugal, e fecham com uma noite de arraial. Se no primeiro dia ‘brilham’ as concertinas, no domingo as modas e cantares tradicionais prometem dar ainda mais sabor às sopas a concurso.
O cartaz musical destaca os grupos típicos de Idanha-a-Nova, Cidade Criativa da Música da UNESCO, e prolonga-se até ao final da tarde. Culmina com a atuação do conhecido artista “Augusto Canário e Amigos”, às 19h00. São excelentes motivos para visitar Proença-a-Velha durante o XV Festival das Sopas Tradicionais, Acordeonistas e Tocadores de Concertina. A organização é da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e da Junta de Freguesia de Proença-a-Velha, e o evento integra a estratégia de Cooperação Transfronteiriça do Interreg Espanha-Portugal.



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Quinzena gastronómica em Marvão

O Município de Marvão promove, de 13 a 28 de Maio, a nona edição da Quinzena Gastronómica do Bacalhau. Esta iniciativa conta com a participação de 15 restaurantes do concelho e tem como principais objectivos, promover Marvão enquanto destino gastronómico, promover os seus produtos endógenos e atrair mais visitantes.
Tendo em conta a localização geográfica de Marvão, junto à fronteira com Espanha, e sendo este um dos petiscos predilectos dos clientes espanhóis, a Quinzena Gastronómica do Bacalhau é uma forma de dinamizar, ainda mais, a restauração do concelho. Durante quinze dias, os 15 restaurantes aderentes vão apresentar, nas suas ementas, mais de 40 pratos de bacalhau. Iguarias confeccionadas com azeite produzido no concelho e que podem ser acompanhadas por um bom vinho marvanense.
O intuito é recriar e trazer para o quotidiano da nossa alimentação o tradicional bacalhau, prato genuíno da gastronomia portuguesa, e depois saboreá-lo com os familiares e amigos. Bacalhau Dourado, Cataplana de Bacalhau com Gambas, Arroz de Línguas de Bacalhau, Bacalhau com Castanhas, Açorda à Alentejana com Bacalhau, Bacalhau com Todos, Bacalhau Assado, ou Bacalhau Frito com Sopas de Tomate, são alguns dos pratos que pode degustar nos restaurantes aderentes. Não são mil e uma maneiras de fazer e comer bacalhau, mas a escolha é variada.
De 13 a 28 de Maio tem mais um bom motivo para visitar Marvão. Fica o convite. 



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terça-feira, 2 de maio de 2017

Percurso do Contrabando em Marvão

O Município de Marvão promove, dia 6 de maio (sábado), o Percurso do Contrabando do Café/Ruta del Contrabando del Café, em homenagem aos antigos contrabandistas da raia.
O Percurso, de grau de dificuldade média/alta, tem cerca de dez quilómetros de extensão, e está devidamente sinalizado e homologado. Galegos, La Fontañera e Pitaranha são as localidades da raia luso-espanhola por onde o Percurso do Contrabando do Café vai passar. A partida para esta caminhada está agendada para as 9h, na antiga Escola Primária dos Galegos. Mas antes de explorar, novamente, os caminhos trilhados pelos contrabandistas, poderão degustar-se as típicas migas de pão com carne de porco frita e o “café do contrabandista”. Já no regresso aos Galegos, os “caminheiros” terão à sua disposição, mediante inscrição prévia, um retemperador almoço convívio.
Com esta iniciativa, o Município de Marvão pretende dar a conhecer uma zona de extraordinária beleza natural e paisagística, com passagens por pequenos aglomerados urbanos, historicamente ligados ao contrabando. Por outro lado, importa preservar a memória coletiva e intemporal, daquilo que foi o contrabando, como património cultural das gentes da raia. Em tempos, as inúmeras trocas comerciais desenvolvidas, neste cenário de fronteira natural entre Portugal e Espanha, ajudaram a criar laços afetivos e uma identidade local.
Em Marvão, o contrabando foi, durante largos anos, o principal sustento para muitas famílias, principalmente o de café, devido à existência de pequenas torrefações no concelho. Esta atividade de alto risco realizava-se, essencialmente, durante a noite, para que fosse mais fácil escapar às patrulhas de guardas e carabineiros, que controlavam a fronteira entre os dois países.



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